Catarina Furtado Júlia

A Catarina – Crónica de domingo

No meu sofá sentam-se pessoas extraordinárias. Pessoas comuns com façanhas de heróis. E pessoas conhecidas do público, que o público (no qual me incluo) julga conhecer, até se sentarem no meu sofá. A Catarina Furtado. Apresentadora de televisão, atriz, autora. E Embaixadora da Boa Vontade do Fundo de População das Nações Unidas, desde o ano 2000, a convite de Kofi Annan.

Um trabalho não remunerado. E um cargo de curto prazo. A Catarina (diria que só ela e a Angelina Jolie) é a exceção à regra. Há 20 anos que é Embaixadora. Há 20 anos que participa nas mais duras missões. Sobre esta última, no Uganda, diz ela:

“nunca sonhei ser um dia figura pública. Nunca sonhei em ter um império. Nunca sonhei com um trono. Mas sempre sonhei com um mundo melhor. Em poder contribuir para tornar esse mundo mais igualitário onde ninguém é esquecido ou deixado para trás. Hoje sou figura pública. Tenho um império (o dos afectos, da solidariedade, da minha associação, do trabalho voluntário com o unfpa, das minhas equipas de tv tão especiais que, através da televisão, me permitem realizar todos os dias uma pequena fatia desse meu sonho). Tenho um trono (aquele onde me ponho de pé, estico o meu microfone ( neste caso com o ouvido atento do Pedro) e peço aos meus bons colegas ( neste caso os muito especiais Hugo e o Ricardo) para ligar a câmara em direcção a todas as pessoas que não têm voz, nem escolhas, nem oportunidades).”

A Catarina - Crónica de domingo Catarina

Catarina Furtado

Foi o que a Catarina fez no sofá da SIC (pode rever aqui). As histórias que contou dão voz aos “príncipes do nada” espalhados por este mundo fora. E as imagens que ela não revelou resguardam-lhes a dignidade, a migalha que lhes resta na pobreza extrema e pela qual a Catarina continua a lutar. Catarina, A (de coração) Grande.

 

Foto: Em Bidibidi Refugee Settlement, Northern Uganda.

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